Discovery Channel

as coisas parecem ser assim mesmo, ãhn? alguns meses atrás eu achava o novo disco do interpol meio bobo, agora as musicas tao grudadas na cabeça e o disco implora para ser ouvido, seguido demais, até. delay de um ano, parece ser o padrão.

(não que eu tenha escanteado o “our love…”, eu seguidamente escolhia seu folder, no mp3player, mas ouvia meio ESTAFADO, pensando “caralho, o terceiro disco é sempre o menos inspirado?”.)

nadavê, mlk.

nadavê.

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p.s. – começou o fantaspoa. simbora ver filmes raros espanhóis, o filme do assassino com máscara de coelho, a fábula futurista pós-apocalíptica, um filme argentino sobre crianças que desaparecem, e zombie diaries, filme dividido em 3, a primeira parte sendo um falso documentário sobre o bom e velho vírus desconhecido que causa a epidemia-que-transforma-pessoas-em-zumbis, a segunda e a terceira sobre a fuga e o enfrentamento com os terríveis mas lentos comedores de cérebros.

and I quote:

“- Levando em conta o preconceito atual com filmes de zumbis, os diretores resolveram focar a história em uma narrativa de câmera de mão, aliando a trama um senso de realismo documentário.
– O filme faz parte do sub-gênero filmes de zumbis, que tem como um de seus maiores nomes, o aclamado diretor George Romero. Curiosamente, pouco tempo após lançamento de The Zombie Diaries, o diretor George Romero fez um filme com diversas semelhanças com esse, chamado “Diary of the Dead”.”

de onde, “preconceito atual”? filmes de zumbis são a força motriz do cinema mundial.

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p.s.II:

mais um (sensacional) terceiro disco, é esse Third

As for how the music itself has changed, long story short: Third is a psychedelic rock album. It opens with a rhythm that’s nearly twice as fast as almost everything else Portishead have done, the percussion on most of the songs is frequently muffled or buried under layers of noise and sometimes just stops short of being non-existent (though it’s heavy and propulsive when it does make itself known), and their keyboards and strings have graduated from relaxed tension into dissonant rumbles and shrieks. There’s a brief acoustic folk song (“Deep Water”), an abrasive and jittery electro-industrial number (“Machine Gun”), free jazz horns (“Magic Doors”), analog freakouts from the United States of America-fueled early days of electronic psych (“The Rip”), and a song that sounds a bit like Clinic’s droning, rhythmically dense garage-kraut, except somehow spookier (“We Carry On”). Portishead as you previously knew them are represented, barely, by the last song on the album– the sleepwalk-paced, David Axelrod-esque “Threads”– and even then, its intermittently fuzzed-out tension-and-release dynamic would’ve made it one of the harshest-sounding songs on Dummy or Portishead.

ah, sim. aqui.

note to self: parar de upar esses discos que todo mundo tem, e subir os dois do el mato un policia motorizado – meu deus que bandinha boa.

3 Responses to “Discovery Channel”

  1. Pyw Says:

    Tava mais do que na hora de um novo post por aqui.
    Essa noite tive insônia e fiquei cinco horas seguidas vendo Discovery. Realmente levantei essa manhã sendo um cara mais inteligente.

  2. mir Says:

    Hola chico rutero, lembrei de um filme com zumbis, acho que o único que eu vi, shaun of the dead. de 2004, mas engraçado.

    Ah, vi teu baterista ontem na rua.

  3. mateus Says:

    pyw: um cara mais SABIDO, tu quer dizer.

    mir: esse eh uma PARODJIA do dawn of the dead, vulgo “shoot burt reynolds”. recomendo.

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