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POR UMA SEGUNDA MELHOR

Na segunda-feira, dia 11 de agosto, acontece, no Porão do Beco, um até breve acompanhado de trilha sonora das bandas Andina, Proveitosa Prática, Stereoplasticos e Véspera. O até breve é para Mateus d’Almeida (multi-instrumentista da Andina) e para Juliano Z.B. (vocalista da Proveitosa Prática). O destino de Mateus é a América do Norte, o de Juliano a Europa e o de quem estiver presente nesta noite de ponte aérea Porto Alegre – Nova York – Paris é o de muita música. A discotecagem da noite fica por conta de Gabriel Machuca (dj residente da casa), Leonardo Brawl (baixista da Proveitosa) e de convidados das bandas.

O que – POR UMA SEGUNDA MELHOR | shows com Andina, Proveitosa Prática, Stereoplasticos e Véspera
Onde – Porão do Beco | Av Independeência 936
Quando – 11 de agosto (segunda) | 22h
Quanto – 5,00

www.myspace.com/andinarock
www.myspace.com/stereoplasticos
www.myspace.com/bandavespera
www.myspace.com/proveitosa

PROVEITOSA PRÁTICA

O manifesto começa no nome, que exprime um ideal, uma filosofia e uma atitude.
PROVEITOSA PRÀTICA é uma banda disposta a fazer som para experimentar, protestar,
dançar e exaltar toda a energia positiva que a música pode ter.

VÉSPERA

A Véspera é uma banda de rock de Porto Alegre formada em 2007 por Rodrigo Bonjour (guitarra), Renato Siqueira (bateria), Eduardo da Camino (baixo), Lucidio Gontan (voz) e Marcelo Reichelt (guitarra).As principais influências estão no rock produzido nos anos 90, em bandas como Alice in Chains, Pearl Jam e Radiohead. As músicas combinam momentos de peso e lirismo, e as letras falam essencialmente da vida dos músicos. A Véspera está em finalizando seu primeiro disco, com lançamento previsto para o final de setembro, e acaba de lançar um EP promocional com quatro músicas, um cartão de visitas para “se apresentar ao mundo”.Também em fase de finalização estão quatro vídeo-clipes gravados num domingo no final de abril no Bar Ocidente, todos assinados pela produtora Bactéria Filmes.

STEREOPLASTICOS

Em uma cidade como Porto Alegre, que se orgulha em ter sua própria cena musical, não é difícil para uma banda tornar seu nome conhecido e até arrebanhar alguns fãs. Mas também não é difícil desaparecer dentro dessa mesma cena, tornar-se um coadjuvante no canto do palco e depois apagar-se enquanto outros assumem o efêmero papel de protagonistas. Nesse jogo, há as bandas que se gastam em brigar pelos holofotes e há aquelas que têm luz própria.

A Stereoplasticos conseguiu nascer na cena porto-alegrense e superá-la, ao criar músicas que não negam sua origem urbana, mas que se desdobram em poesia. É um trabalho que tem cara própria, cheiro próprio, porque a Stereoplasticos tem cheiro, gosto e rosto. Tem um quê da neblina de Londres e seu britpop melancólico, um pouco de Killers – com pouco mais de foco – uma proximidade da verve criativa de Nova Iorque, um tanto da atmosfera espessa de Tom Waits. Mistura indie, rock e baladas, e o melhor: em bom português.

De 2004 pra cá, a Stereoplasticos lançou músicas, fez shows, lançou CD e cresceu. Lança este segundo álbum agora que já virou banda de gente grande, tanto na sonoridade quanto nas letras. Com a nova formação, que mantém Cristina Teixeira na guitarra e Raphael Schenini nos vocais, mas traz Rafael Mallmann no baixo e Tito Gusmão na bateria, a banda ganha fôlego e pernas para passos mais largos.

A Stereoplasticos amadureceu. Ainda são uns garotos românticos, inquietos e sonhadores. Mas são melhores. Mais objetivos e mais concretos, sabem dizer com exatidão o que querem dizer. Seu som parece preencher espaços, como uma luz fosca que sobe pelas paredes e se espalha como água. Tem peso e força, parece gravidade: atrai e prende. A banda está com os pés no chão. Quem ouve, flutua.

Julia Dantas

ANDINA

A ANDINA busca sonoridades densas e rascantes, com letras flertando o cotidiano, relações interpessoais, manchas de café e gotas de cor. O grupo já se apresentou em Porto Alegre e São Paulo, com destaque para os shows na Casa Bel Fiore (SP-2007) e na primeira edição de 2007 do festival GIG Rock (PoA). Foi selecionada para o festival Grito Rock 2008, que aconteceu nos dias 1 e 2 de Fevereiro em várias capitais do país inclusive Porto Alegre, em sua primeira edição. Seu primeiro CD intitulado “O Mérito do Caos e Eu” foi produzido e lançado em 2006 de forma independente.ESCADANOVA que é o segundo trabalho da banda não perde o caráter independente mas, desta vez, contou com a produção de Ray-Z (músico e produtor) e o carimbo da Alvo discos. O disco foi gravado e mixado no estúdio SOMA (PoA) e masterizado na Classic Master (SP). O material gráfico ficou por conta da parceria estabelecida entre a banda e os artistas plásticos Eduardo Haesbaert (capa – gravura em metal) e Guilherme Dable (design gráfico e desenho interno – série TACET com músicas do álbum Escadanova) e o fotógrafo Anderson Astor. Andina é Daniel Chiapinotto, Mateus d’Almeida, Rodrigo Souto, Renan Stiegemeier e Túlio Pinto

– Sobre ESCADANOVA – Revista NOIZE (número 12 – abril 2008) –

“ESCADANOVA” sucede “O Mérito do Caos e Eu”, álbum de estréia da Andina que foi lançado em 2006. Se anteriormente a banda já havia demonstrado uma capacidade ímpar em construir belas melodias vocais e instrumentais, o novo álbum escancara a qualidade e criatividade dos músicos. ESCADANOVA forma uma unidade que alterna melancolia e peso. Ouça do começo ao fim e aprecie o que será um dos melhores álbuns independentes de 2008.”
– Hide quoted text –

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